quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Gatos marionetes

   No começo, esculturas em madeira do Jorge Miyashiro.
             Serão marionetes que iremos presentear duas pessoas queridas neste Natal...

            
Já terminado com minha pintura e pose teatral.





                                Com olhos que mexem! Tão meigo.
Com esses bonecos compartilho com você a minha última produção com bonecos em 2010. Se quiser presentear alguém especial ou ter bonecos da Miyashiro Teatro de Bonecos na sua produção, entre em contato conosco.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Padre Colbachini

Este é o nome da Escola Estadual no Botiatuvinha onde vai acontecer  Teatro de Bonecos nesta sexta,
 dia 17-12-10 às 9:00h, mas o nome da Companhia é : Do Cobal. Por iniciativa totalmente voluntária Jorge Miyashiro, da Miyashiro Teatro de Bonecos, ensaiou alunas da faixa etária de 11 a 12 anos, e com apoio da Professora Marli e da Escola, vão encenar três peças e uma delas é sobre o Natal. As peças são de autoria  das próprias alunas.
Muito bacana, e não custa nada pra conferir. O Natal é isso: singelo.
Este projeto também teve apoio da DomaDesign, e Cia de Artifícios Teatrais.

Feliz Natal




















 Um Natal de muito amor, com paz, saúde e prosperidade.
Que você possa renovar seus votos e conquistar coisas boas.




Um Natal muito Feliz pra você !





Modelos de Origami: 
Pinheirinho, trevo, estrela colorida - autores desconhecidos;
flores de Natal e Papai Noel- K.Kobayashi;
Sino- Mari Kanegae;
Kusudama, caixa- Tomoko Fuse;
Tsuru, caixa estrela, borboleta-tradicionais

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Muita chuva!

 
Modelos de Tomoko Fuse; confecção Luciana A. Miyashiro

Gostaria de agradecer a todos que nos prestigiaram dentro do Atelier Aberto, apesar da insistência da chuva no fim de semana passado. E também, de deixar um abração aos outros artistas e aos organizadores que me receberam com muita simpatia. Participar do Atelier Aberto para mim, foi como estar numa confraternização.
E para quem curtiu os origami dobrados por mim, agora também pode encontrá-los nos seguintes endereços:

Depósito da Ordem
Rua: Jaime Reis, 54 (em drente ao Relógio das Flores)
Fone: (41)3223-8999


sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Muitas faces


Acredite, esse poliedro tem 60 peças. A graça está na quantidade de cores que com o contraste, forma uma estrela. Esse contraste, se resolve usando papel dupla face, algo difícil de se encontrar no Brasil. Geralmente a gramatura que encontramos é alta, e o papel tem a mesma cor dos dois lados.  É uma pena a indústria brasileira não perceber isso!
O modelo é da Tomoko Fuse (Japão) com a minha confecção.


quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Entrevista com Mari Kanegae


Se hoje uma das surpresas tecnológicas são impressoras que reproduzam objetos tridimensionais, o origami pode ser chamado de tradição que se renova. A partir de um plano, bidimensional, dobrando de forma engenhosa, pode-se criar qualquer forma, com volume, assim é o origami. Ori significa dobrar; Kami é papel, na junção dos ideogramas que representam essas palavras a pronúncia torna-se origami. Mari Kanegae, escritora, artista plástica formada pela USP-São Paulo, coordenadora do GEO-Grupo de Estudos de Origami e apaixonada divulgadora de uma das artes mais conhecidas do Japão, participa dessa emocionante aventura de descobrir novas possibilidades e poéticas com a dobra do papel. Mari Kanegae, constantemente solicitada para cursos, oficinas e palestras; viajou para o Japão afim de aprofundar seus estudos e mantem um constante intercâmbio com os mestres nipônicos; o que sob nossa visão, sua modéstia e conhecimento, uma mestra muito próxima de nós.

Luciana A. Miyashiro: Como você foi iniciada no origami? Aprendeu com familiares, ainda criança; ou foi pesquisar já adulta? Conte toda a história...
 MARI KANEGAE: O meu primeiro contato com o origami foi quando fui conhecer meus avós no Japão. Tinha 3 anos de idade. Quando cheguei lá, só falava em português e eles não entendiam o que eu falava e vice-versa. Aí a minha avó encontrou uma maneira de se comunicar comigo. Foi através do origami. Ela fez uma porção de origami para mim. Depois já no Brasil, fiz um pouco em escola japonesa e a partir de livros que meus pais compravam. Só fui retomar o origami no meu último ano de faculdade na ECA-USP. Como o meu curso era de licenciatura em educação artística com habilitação em artes plásticas, fiz estágios em vários lugares e na maioria em locais onde o poder aquisitivo das pessoas era muito baixo. Num destes lugares, em Santo Amaro, a prefeitura fornecia material como tinta, pincéis, papéis, argila,etc..Mas quando as crianças e adolescentes voltavam para casa, eles não tinham estes materiais. Fiquei pensando em alguma coisa que eles pudessem fazer e que não tivesse custo para eles. Foi aí que lembrei que quando era criança eu fazia origami com papéis de embrulho, revistas e jornais. Então pedi para as crianças trazerem de casa qualquer tipo de papel. Elas aprenderam a cortar os papéis e comecei a ensinar origami. Percebi que elas ficavam super motivadas e começaram a juntar as técnicas: por exemplo, faziam um boneco de argila e depois faziam um chapéu de origami para colocar no boneco. Utilizavam os origamis para trabalhos de colagem e até para contar histórias. Voltavam para casa felizes e  no dia seguinte as mães vinham pedir para eu ensinar alguma coisa porque elas também queriam aprender. E foi assim que conheci além das crianças, os irmãos, as mães. Percebi o quanto o origami era importante não só como atividade, mas também como um elo de ligação entre pessoas. Aprendi que o origami era algo muito sério e resolvi pesquisar e estudar mais profundamente. Depois de formada, fui trabalhar em escola de educação infantil e procurei sempre desenvolver atividades de origami junto com outras técnicas artísticas. Os resultados foram surpreendentes.

Luciana A. Miyashiro: O origami embora seja utilizado não só na Educação...
MARI KANEGAE: O origami foi utilizado em diversas áreas, para demonstrar conceitos matemáticos, noções de cores, formas e tamanhos, além de exercitar a coordenação motora fina, a atenção, a concentração e a criatividade.

Luciana A. Miyashiro: Você fez estudos de origami no Japão?
MARI KANEGAE: Depois destes resultados, resolvi ir ao Japão para me aprimorar em 1984. Tive o grande privilégio de estudar com o mestre Toyoaki Kawai que me ensinou que antes de mais nada, um origamista tem que ser um bom observador. Olhar tudo que está à sua volta, principalmente a natureza. E a partir daí, interpretá-la através do papel. Conheci também o mestre Akira Yoshizawa cujos trabalhos são verdadeiras obras de arte. Com ele aprendi a respeitar o papel. A minha história não tem fim. Continuo aprendendo, ensinando e aprendendo.

Jorge Miyashiro: Fale sobre a habilidade do origamista em imitar a natureza. Pode-se criar tudo, representar toda a existência dobrando papel?
MARI KANEGAE: A criatividade do ser humano é infinita. Tudo é possível para estes grandes mestres do origami.

Jorge Miyashiro: O origami, especificamente o tsuru é uma forma intrigante; simples ao mesmo tempo complexa. Todo japonês, qualquer pessoa interessada em cultura nipônica conhece o tsuru, sabe o que ele representa. Uma criança aprende a dobrar o tsuru, uma habilidade que muitos adultos não possuem. Voce acredita que essa seja uma característica do origami? Uma arte de opostos? Fácil para alguns, espetacular para outros?
 MARI KANEGAE: O tsuru realmente é uma das figuras clássicas do origami, não só do Japão, mas conhecida em todo o mundo. Mesmo hoje, há criações novas que partem desta figura milenar. O origami é igual a outras artes. Tem gente que tem facilidade para dobrar, assim como tem pessoas que tem dom para a música. Seja qual for a dificuldade, para dobrar ou tocar um instrumento, seja ela criança ou adulto, com força de vontade, paciência e muito treinamento, ambas são capazes de superar estas barreiras.

Luciana A. Miyashiro: Por que o origami é visto por muitos como uma atividade para crianças, sendo que existem tantos adultos apaixonados praticantes; isso só acontece no Brasil?
 MARI KANEGAE: Não ocorre só no Brasil. Acontece mesmo no Japão e em outros países. Acredito que aconteça por falta de informações. Por isso é que nos cursos mais adiantados, procuro sempre citar os nomes dos artistas que criaram as obras. Se na música temos autoria de... no origami também temos que dar os créditos. É uma forma de respeito ao artista e de dar mais seriedade ao origami.  

Jorge Miyashiro: É preciso ser especialista para reconhecer o autor deste ou aquele origami? Tem que estar informado sobre o que ha de novo. Existe algum congresso, publicações que tornem documento, registro para esses artistas criadores?
MARI KANEGAE: Tem trabalhos que aprendi quando criança e mesmo com alguns, comento com os alunos que desconheço a autoria. Aí pesquiso nos meus livros, revistas das associações (japonesa, inglesa, americana, alemã, italiana) para descobrir a autoria. Tem alguns que não consegui descobrir e quando ensino estas figuras digo que desconheço o autor, se algum dia souber, peço que me comunique. Existem encontros anuais e convenções em praticamente todos os países. Os mais conhecidos, são da BOS (British Origami Society), da Origami USA, da NOA (Nippon Origami Association), Origami Tanteidan, além dos encontros na Itália e Espanha. Geralmente nestas convenções, há exposições de trabalhos novos dos artistas e publicações. A publicação de um livro de um autor e sua obra, já é um registro. Como não sou usuária regular da internet, não possuo informações se há algo neste sentido neste tipo de veículo.

Luciana A. Miyashiro: Ainda sobre autoria, você não acha que essas revistas vendidas em banca de jornais em que não citam os nomes dos autores dos modelos, não deveriam pedir autorização ao autor?
MARI KANEGAE: Com certeza sim. Normalmente se costuma pedir autorização para a publicação de um trabalho. Quando teve um encontro no Japão cujo tema era sobre direitos autorais, acredito que em 2009, um dos países citados onde havia este tipo de problema foi o Brasil. Neste encontro participaram artistas de vários países cujos trabalhos ou livros foram pirateados ou publicados sem autorização.

Jorge Miyashiro: O origami é uma arte essencialmente japonesa, não é? Transformar uma folha de papel, um plano bidimensional, em um objeto tridimensional. Na China, berço artístico do Japão, não tem nada semelhante, tem?
MARI KANEGAE: Hoje é considerada universal. É praticada no mundo todo, em todos os países. É como o futebol, karate, judo. Não dá para dizer que é essencialmente japonesa, nos dias de hoje. Creio que no Japão é mais popular do que na China.

Luciana A.Miyashiro: Você publicou os livros: Origami, Arte e Técnica da Dobradura de Papel (Aliança Cultural Brasil-Japão) junto com Paulo Imamura e A Arte dos Mestres de Origami (Aliança Cultural Brasil- Japão), duas obras definitivas, que praticamente esgotam o assunto para brasileiros que desejam mergulhar com seriedade no assunto.
MARI KANEGAE:Foram os próprios alunos que solicitaram. Além destes livros que você citou, já existem outras publicações em português. Cabe à pessoa que vai escolher o livro, selecionar o conteúdo que melhor atenda às suas necessidades.

Luciana A.Miyashiro: Para cada modelo de origami existe um tipo de papel mais adequado, como se escolhe o melhor papel para dobrar? O melhor papel é o papel japonês?
 MARI KANEGAE: Para determinadas caixas por exemplo, é melhor usar papel mais firme de gramatura maior. Para dobrar uma flor delicada, o papel mais maleável dá um resultado melhor. No curso nós usamos só o papel espelho e aí faço os alunos perceberem que para a  caixa fica muito mole e para a flor de lotus por exemplo  fica difícil de dobrar. O importante é experimentar todo tipo de papel e ver o resultado, mesmo que não sejam específicos para origami. Durante o processo a gente percebe se o papel é adequado ou não. Não existe uma receita. Tem que dobrar mesmo para sentir.

Jorge Miyashiro: No Japão o papel tem significados determinantes. Envelopes para cada ocasião, para depositar a contribuição nos funerais, tem o Mizu-Hique para enfeites de presentes nos casamentos tradicionais. O origami participa de algum desses rituais religiosos, ou formais?
MARI KANEGAE: Sim. um dos mais antigos origamis é o que representa um casal de borboletas (macho e fêmea) usadas nas garrafas de sakê utilizadas na cerimônia de casamento. Algumas figuras eram dobradas para serem colocadas nos altares religiosos. Existem envelopes também  que são dobrados e não colados.

Jorge Miyashiro: Você não lida apenas com origami. Tem o kiri-e. Conte-nos um pouco sobre essa forma de arte, como voce trabalha com ela?
MARI KANEGAE: Eu dou aula de kiri-e e origami. O meu interesse pelo kiri-e surgiu quando fui ver uma exposição do artista Masayuki Miyata no Masp em 1975. Só em 1984, quando fui ao Japão estudar e pesquisar sobre origami, é que tive oportunidade de fazer um curso de kiri-ê. Assim como no origami, eu ainda me considero uma aprendiz. Ainda estou estudando. Esta técnica veio da China, e no Japão foi utilizada para fazer os moldes das estampas de kimono. Foi e ainda é utilizada em ilustrações de poesias e contos.

Luciana A.Miyashiro: O origami deveria ou não ser implantado no sistema educacional brasileiro?
MARI KANEGAE: Não adianta impor o origami na educação. É necessário primeiro mostrar a importância do origami para os professores através de vivências. Só assim eles vão poder passar aos alunos algo positivo.

Luciana A.Miyashiro: Você é coordenadora do G.E.O (Grupo de Estudos de Origami) em São Paulo e com ele também fazem exposições de origami. Gostaria de saber como surgiu esse grupo, e como surgiu a idéia das exposições?  Qual abrangência desse trabalho?
MARI KANEGAE: O grupo é formado na maioria por ex-alunos de origami da Aliança Cultural Brasil-Japão. Após concluírem os cursos básico, intermediário e avançado, algumas pessoas queriam continuar se encontrando  para estudar e divulgar a arte do origami. A princípio, fizemos alguns boletins com artigos, depoimentos e notícias sobre o tema. Datilografávamos os textos (não havia computador na época) e depois tirávamos cópias e distribuíamos aos interessados. Quando estava no Japão, visitei uma exposição da NOA (National Origami Association) sobre a história do Japão contada atraves de cenários e fiquei encantada com os detalhes. Fiquei imaginando em fazer algo parecido quando retornasse ao Brasil. Foi quando sugeri ao GEO de fazer uma exposição sobre a história da imigração japonesa no Brasil. Todos concordaram e partimos para a pesquisa. Visitamos o Museu da Imigração, Lemos o livro de Tomoo Handa, assistimos o filme da Tizuka novamente, resgatamos fotos antigas e juntando tudo, partimos para a criação das peças de origami. Todo mês cada membro contribuía com alguma quantia para comprarmos material. Esta exposição percorreu várias cidades no Brasil e finalmente foi exposta no Japão em Hamamatsu e na Embaixada Brasileira em Tóquio. Visitaram a exposição grandes nomes do origami, como Makoto Yamaguchi, Jun Maekawa, Isamu Asahi, Saburo Kase, Kunihiko Kasahara entre outros. Temos o livro de presença que mostra o que as pessoas sentiram ao ver a exposição. Muitos imigrantes se identificaram com os cenários, assim como os japoneses ficaram sensibilizados com a história que muitos não conheciam.

Luciana A.Miyashiro: Essa exposição foi levada para o Japão, contou com algum apoio?
MARI KANEGAE: Quando levamos a exposição ao Japão, conseguimos patrocínio de algumas empresas e pessoas para levar a exposição, mas não o suficiente para trazê-la de volta. Somos muito gratos a estas empresas e pessoas que nos apoiaram, pois recebemos muitas respostas negativas. A exposição sobre a História da Imigração Japonesa no Brasil foi doada ao Museu da Jica em Yokohama (Kaigai Iju Center). Houve uma tentativa de se trazer a exposição emprestada para os eventos da comemoração do centenário. O pessoal da JICA, inclusive contratou professoras de origami no Japão para consertar alguns cenários que ficaram deteriorados com o tempo. Era para uma empresária brasileira trazer a exposição, mas não deu certo, infelizmente.

Luciana A. Miyashiro: É lamentavel... mas outras exposições foram produzidas?
MARI KANEGAE: Fizemos 5 séculos de historia do Brasil em comemoração aos 500 anos do descobrimento do Brasil e  o último trabalho foi sobre o carnaval que levou cerca de 10 anos para ser concluida. Estas sem patrocínio. Apesar das dificuldades para produzir uma exposição que envolve, custos e tempo, o que vale para nós é o que as pessoas que visitam a exposição sentem e comentam. É uma comunicação não verbal. Envolve sentimento e sensibilidade.

Jorge Miyashiro: Na produção das exposições: o que vem primeiro o origami ou o tema? No caso da última exposição: vocês põe um homenzinho com terninho branco e chapéu "adaptando" um Mestressala ou criam origami de Mestressala?
MARI KANEGAE: Algumas coisas são adaptadas e outras temos que criar.

Luciana A.Miyashiro: Gostaria que voce desse sua visão pessoal do origami. De que forma ele influencia sua vida?
MARI KANEGAE:Para mim é uma filosofia de vida. Tudo que se aplica ao origami, pode ser levado ao nosso dia a dia. Paciência, perserverança, enfrentar desafios e o passo a passo. É um meio de comunicação, de expressão e valorização da vida.

Esta entrevista foi cedida para o Jornal Memai- Letras e Artes Japonesas - Edição 05
Curitiba - Verão 2010

www.jornalmemai.com.br

sábado, 30 de outubro de 2010

Vamos dobrar na Bisbilhoteca

Dia 06 de novembro a Bisbilhoteca terá uma tarde animada com origami!
Animais marinhos e brinquedos de papel.
Isso mesmo, você poderá escolher o horário das 14:00h para fazer peixes, baleia, golfinho, lagosta, tartaruga ou, o das 16:00 para fazer brinquedos de papel.

                                    Serviço:
             Al. Dr. Carlos de Carvalho, 1166- loja A
                              Bigorrilho- Curitiba- PR
                                   Cep: 80430-180
                              Fone: (41) 3223-3038
                      livraria@bisbilhoteca.com.br
                        http://www.bisbilhoteca.com.br/


              

sábado, 16 de outubro de 2010

Agende para dezembro!

Está chegando a hora,  marque em sua agenda pra não esquecer: dias 03, 04 e 05 de dezembro estarei no Atelier Aberto no Parque São Lourenço com os origamis.
Dia 05, domingo, tem oficina de origami comigo as 16:00 horas,  o custo é de $5,00 para o material, o tema é natalino.
É isso, o Parque é lindo, e não paga nada pra ver a feira que contará com outros expositores. As oficinas, serão no sábado e no domingo.
Conto com sua presença e se possível, estenda esse convite para seus amigos!





                    Todos os modelos são da Tomoko Fuse, com minha confecção.


                      Serviço: Dia 03, das 18:00h às 21:00h
                      Dias 04 e 05 das 13:00 às 21:00h
                     Entrada franca
                     www.atelieraberto.com.br
                     (41) 3352-6670

sábado, 9 de outubro de 2010

Pequeno Príncipe

Nos últimos dias 05 e 07 de outubro estive no Hospital infantil Pequeno Príncipe numa semana em comemoração ao dia da criança e ao voluntariado. Em parceria com a Kraft Foods, que participava de uma Ação Global com seus  funcionários. Eles  tiveram contato com o origami, e transferiram essa aprendizagem para as crianças do Pequeno Príncipe.
Tanto na Brinquedoteca quanto no ambulatório do Hospital, fomos aguardados e bem recebidos. Os hits foram a centopéia e o gatinho. Um amiguinho até batizou a sua centopéia de: Comprido de tão longa que era com seus grandes olhos verdes!
Se você ficou curioso em conhecer esses modelos é só entrar no link do
www.origami-club.com
já se, gostaria de saber mais sobre o voluntariado do Pequeno Príncipe é só ligar
 no: (41) 3310-1253
                                                                    
Parabéns para as meninas do Pequeno Príncipe, voluntárias de coração!



segunda-feira, 20 de setembro de 2010

sete de setembro

Nesse dia de comemoração nacional, nada terei de bom para lembrar. Perdi uma pessoa que amo e responsável em parte pelo que sou.
Nunca pensei que sentir saudades doesse tanto...
Ele sempre me dizia que ''tudo tem o seu tempo".
Que o tempo da dor diminuir chegue, mas que nunca apague sua doce lembrança.

Leonildo Aliberti, 01/01/36 - 07/09/10, meu amado pai!

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Praça Espanha



















Este foi o finalzinho da oficina de Origami, na Praça Espanha no dia 07/08/10. Nesta praça aos sábados, sempre tem uma feirinha de antiguidades e música ao vivo de grupos locais.
A recreação para as crianças com jogos e esportes foi organizada pelo SESC Água Verde.
Eu fiquei com a barraca do Origami, as crianças dobraram bastante e muitos pais também participaram, o hit da tarde foi uma estrela de oito pontas a partir da "forma básica da casquinha". Depois de uma semana de muito frio, o sol milagrosamente compareceu, ainda bem!

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Origami na Livraria 97







Estive dobrando com o pessoal na Livraria 97, na Vila Mariana em São Paulo, na última quinta dia 29/07/10. Foi uma tarde divertida, muitas crianças acompanhadas dos pais aproveitando as férias. O tema foi o "Fundo do Mar".



                               Marcelinho mostra orgulhoso o peixinho e  caixa que dobrou.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Sensei



Detalhes da exposição Carnaval em Origami, na Fundação Japão, lindo de se ver!
Essa exposição poderá ser apreciada até dia 10/08/2010.
Foi planejada e executada pelo Grupo de Estudos de Origami - GEO.
Um desfile de escolas de samba totalmente produzido com papéis dobrados, seguindo a técnica tradicional do Japão.
De segunda a sexta das 10h às18h; sábados das 10h30 às 13h30, e 14h30 às 18h30.
Quem curte Origami não pode deixar de ir.
 Av.Paulista,37 
E-mail info@fjsp.org.br



Aqui estou eu com minha sensei Mari Kanegae.
Aprendi todos os princípios básicos do Origami com o livro desta mestra, dez anos atrás!
Não preciso dizer a emoção que senti, de poder fazer oficina com ela no último dia 29/07/2010, e finalmente conhecê-la pessoalmente.
Foi muito, muito bacana!
Pra quem quiser comprar esse livro de Origami vale a pena, ele se chama: 
Origami, arte e técnica da dobradura de papel - Mari kanegae e Paulo Imamura
 Aliança Cultural Brasil Japão.

sábado, 24 de julho de 2010

Amigos

Estes amigos estarão em breve na Gugumbá  uma loja de brinquedos educativos e criativos, novidade em Botucatu, São Paulo.
Rua: Costa Leite,1225
Fone:(14) 3354-3033

.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Melodia



Este é o mais novo boneco para a peça do professor Concertino Melodia, da Miyashiro Teatro de Bonecos. De madeira esculpida e boca articulada, confeccionado pelo Jorge,
tem um sistema que funciona com elástico, falando assim parece simples, mais é engenhoso e eficiente, ele fala!

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Oficina de Origami


Dia 29-07-10, estarei em São Paulo na Livraria nove.sete com uma oficina de Origami.
O assunto é o "Fundo do Mar". Muitos peixes, baleias, golfinhos , tartarugas, lagostins, lulas, e muito mais, vão nadar por lá nas mãos da criançada. O serviço é gratuito, e o espaço é bem gostoso. Apareça e espalhe pros amigos pra curtir o finalzinho das férias!
Mais informações pelo fone: (11) 3567-4344 ou
  info@.livrarianovesete.com.br
Rua: França Pinto, 97 Vila Mariana - São Paulo



Neste espaço da Livraria também irá acontecer uma apresentação da Miyashiro Teatro de Bonecos, o espetáculo será o Luvazine. 
A entrada é franca, e a apresentação será às 15:30h do dia 31-07-10.
Estão todos convidados. Mais informações pelo fone e site acima.





Agora vocês poderão achar os "marotinhos"da Tia Lu na Livraria nove.sete, na Vila Mariana.
Valeu Lúcia!!!

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Na Bamboo



Foi legal chegar nessa loja: Bamboo Gluck em São Paulo, e ver a minha bolsinha em exposição.
 Graças à Carla que me apresentou à Lúcia!!!
Um Beijão nas duas!
A Bamboo fica na Rua: Capitão Macedo,112 - loja 03. 
Fone (11) 2361-9060

Trem de Ninguém



Estes são os novos bonecos de luva para a peça:  Trem de Ninguém, da Cia. Simples Suspiro, direção de Olga Romero.
Pra quem conhece, acho que é fácil reconhecer o Jorge Miyashiro e o Bernardo Grillo.
O Jorge esculpiu em madeira e eu pintei. Charmosos não, é?
Vão estrear 17/07/10 em São Luiz do Purunã no Rancho Ventania.
Estão convidados a embarcar!




Detalhe do boneco do Bernardo

domingo, 20 de junho de 2010

Inacreditável!!!!

Pais não deixem seus filhos abrirem o Estadinho sem antes folhearem a publicação.
Tem um cara disfarçado, que se intitula "professor" e que teve a coragem de colocar essa foto no meio da edição. Que que esse homem tem na cabeça? Acho que deveria fazer o que está sugerindo na foto, ao invés de dar péssimos exemplos para as crianças como por tesouras no pescoço, colocar sacolas plásticas na cabeça e como outro dia publicaram: fazer uma peteca de e.v.a. usando cola de contato!
Me admira o Estadão selecionar esse tipo de "brincadeira"para nossas crianças. O layout do caderno está bacana mas o conteúdo, diminuiu com a tamanho.
Esse "professor Sassá" nunca será um Professor Parapopó, do saudoso Progama Bambalalão dos anos 80 da tv Cultura, a não ser pelo disfarce que ele precisa usar pra não apanhar na rua.

Mini

                           Aqui vai mais uma leva de marotes só que agora, eles são mini.

Maio



Este cubo foi o modelo sensação no evento de primeiro de maio da URBS, com recreação do SESC Água Verde. Crianças e adultos, todos queriam decifrar o encaixe, então aqui está!
Eu que fiz o diagrama e gostaria de dar crédito ao autor,
 mais infelizmente revistas de origami não dão créditos aos criadores dos modelos.
Suspeito que seja de Mitsonubo Sonobe, já que tem modelos de icosaedro (poliedro de 20 faces) com módulos parecidos com este abaixo.
Bom divertimento!


quarta-feira, 28 de abril de 2010

PROFESSOR CONCERTINO



Finalmente ficaram prontos e estrearam neste mês de maio com muita classe e música clássica, os bonecos da peça: Professor Concertino, da MiyashiroTeatro de Bonecos. Com muito humor esses pequenos músicos encantam a platéia e apresentam a boa música. O espetáculo dura 40 minutos e nem dá pra cansar.
As esculturas são do Jorge e a pintura ficou comigo. Sem dúvida um marco na nossa companhia, bonecos de luva, feitos em madeira com boca articulada e olhos que mexem.
Convido a todos para conferir a nossa nova peça: Professor Concertino, no Teatro do Piá que fica no Largo da Ordem, domingo dia 02/05 às 11h, entrada franca.

"marotinhos"


Esses bonequinhos de marote (vara) fizeram a alegria da criançada na feirinha da escola do meu sobrinho em São Paulo no último dia 24. Com bolinhas de madeira e palitos de churrasco é possível fazer coisas legais. Eles dançam e se escondem dentro do cone, e dão um susto quando reaparecem.

Boneca

Pra vocês ficarem curiosos, aqui vai mais uma boneca pro pessoal do Bicho Carpinteiro. Ela será a mãe daquele piazinho que publiquei há um tempinho atrás. Destaque para a sombra verde "primavera".
a boca dela irá articular através de um gatilho localizado atrás da nuca. Gostei bastante.
www.bichocarpinteiro.wordpress.com

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Finalmente, Ano Novo!



O Ano do Tigre

De 14 de fevereiro de 2010 a 02 de fevereiro de 2011

Este é, decididamente, um ano explosivo. Geralmente começa com um estrondo e termina com uma choradeira. Um ano marcado por discórdias, guerras e desastres de todos os tipos. Todavia, será um ano grande e vigoroso. Nada será feito em escala modesta, tímida. Todas as coisas, boas ou más, serão levadas a extremos. Fortunas poderão ser feitas e perdidas. Se você se arriscar, jogue alto, mas compreenda que são muitas as probabilidades contra você.

No impulso do momento, as pessoas farão coisas drásticas e dramáticas. Não é de causar surpresa que Watergate e o drama da renúncia de Nixon tenham culminado no impetuoso ano do Tigre. Os ânimos se incendiarão por todos os lados e será uma época difícil para a diplomacia. Como o Tigre, nós nos inclinaremos a atacar sem refletir, para no final lamentarmos nossa precipitação.

Amizades, aventuras e negócios em conjunto, que requerem cooperação e confiança mútua, feitos nessa época, serão instáveis e poderão ser rompidos facilmente. Não obstante, o potente e vigoroso Tigre também poderá ser utilizado para injetar vitalidade e vida nova em causas perdidas, em aventuras que estão naufragando e em negócios insípidos ou fracassados. Do mesmo modo, este será um período para mudanças maciças através da introdução de idéias novas, audaciosas e, especialmente, muito controvertidas.

O calor ardente do ano do Tigre sem dúvida tocará a vida de todos. A despeito de seus aspectos negativos, devemos entender que ele poderá ter um efeito purificador, pois justamente o calor intenso é que é necessário para extrair os metais preciosos dos minérios; portanto, o ano do Tigre poderá fazer surgir o que há de melhor em nós.

Apenas um aviso para este ano imprevisível: “Agarre-se ao seu senso de humor e deixe as coisas ferverem!”.


Theodora Lau, Manual do Horóscopo Chinês Editora Pensamento -S.P., 1979.


Nariz de Cereja



Logo esse senhor simpático estará na cena curitibana.
Já está até de botas!
Mais um boneco do pessoal do Bicho Carpinteiro, no seu nariz usei a cor cereja.
http://www.bichocarpinteirobonecos.wordpress.com/

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

2010

Texturas e Florais

Essa foi a turma mais animada da temporada,
o grupo: "Jovem Guarda", pela regional da Fazendinha.
Sempre divulgando a alegria, que continuem assim!

Por todos os lugares onde passei, e todas as pessoas que
conheci por causa desse projeto, muito obrigada pela simpatia,
pelo acolhimento, pela dedicação e pelo aprendizado que levarei comigo.
Até a próxima!


Dona Julieta e Seu Paulo Batista,
unidos no amor e na arte.